René Magritte, Espelho falso, 1928Seu império não é nada
sua verdade muito menos
só tem você e sua falsa
forma de ser eu
Tolo desengano
Que se achas ser
Louco desencanto
que revelas ter
O teu próprio espelho te prendeu
Tem o rosto vazio de lágrimas
Cheios de ninguéns e eu
